Madrugada

Madrugada
Madrugada, nostálgica, febril e mágica...
Reluzente entre estrelas e nuvens
Entre serenos e luas.
Viajantes nos próprios sonhos
Amantes incontáveis
E incorrigíveis.
Mas hoje minha madrugada não é tão agradável
Minha noite já não gera sonhos
Sinto falta de algo
Sinto falta de alguém.
Um perfume que não está no ar
Um beijo que não sinto em minha boca
Um olhar que não vejo em nenhum semblante.
Vou dormir, para o dia clarear...
Amanhã quem sabe te encontre
Para que possamos...
Ver a madrugada passar.
Reluzente entre estrelas e nuvens
Entre serenos e luas.
Viajantes nos próprios sonhos
Amantes incontáveis
E incorrigíveis.
Mas hoje minha madrugada não é tão agradável
Minha noite já não gera sonhos
Sinto falta de algo
Sinto falta de alguém.
Um perfume que não está no ar
Um beijo que não sinto em minha boca
Um olhar que não vejo em nenhum semblante.
Vou dormir, para o dia clarear...
Amanhã quem sabe te encontre
Para que possamos...
Ver a madrugada passar.
Autor: Davi Fernandes (Dejota)
