quarta-feira, 27 de junho de 2007

Ser que sou



Ser que sou



Sou parte efêmera do mundo

Raio que cai estrondoso... E some

Em qualquer lugar distante

Ser errante, sem rumo...

Sem motivo, ser confuso...

Ser... Que partiu de outro ser

Para ser... Mesmo o que?

Gota de água da chuva

Que se mistura ao mar tenebroso

Ser medroso, presunçoso talvez.

Amante ilimitado, de tudo que é belo.

De tudo que é arte, de tudo que é errado...

Ser limitado, dotado de filosofia vã.

E poesia nula... Sim e alma nua

Ser frágil e complicado

Orgulhoso, desnaturado

Ser, que sabe que não sabe.

Mas ainda espera saber... E ser.



Autor: Davi Fernandes Costa

3 Comentários:

Blogger Unknown disse...

Puxa vida... Acabo de me ler nesse poema... Quase como um espelho de mimmesma... O fundo da alma em palavras...
Por isso que sou tua fã;... Incondicional...

Besos mi cariño,eres un sueño,tan bueno!

FUIZ...

27 de junho de 2007 às 01:09  
Anonymous Anônimo disse...

hum...adoreiiiii *-*
Davi, vc escreve muito bemmmmm O__O

27 de junho de 2007 às 19:20  
Anonymous Anônimo disse...

Ficou bem legal =D

28 de junho de 2007 às 17:03  

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